Correndo prá voltar a viver.
Estou voltando a correr ,quero correr o bastante mesmo que
me canse,vou correr,se correr pode me deixar ativa,mais viva ou mesmo me levar
a lugares onde sempre desejei estar e quem sabe o pódio,rsrsrsrsrsrsrs,pode ser
vou experimentar estar lá.Quero poder me desfazer da preguiça,dos quilinhos a
mais,ou destruir o que a minha mente me diz:você?Nunca vai conseguir!
Vou voltar a correr pode ser uma corrida sem pressa,apenas,com
a certeza de que vou chegar...correr prá alcançar a vida,pois ela passou por
mim me chamou e eu me permiti ficar,correr ao encontro dos meus dias pois ás
vezes vejo amanhecer e nem ao menos percebo o sol se despedir,imagine,vivê-los,correr
prá refazer o desejo de alcançar o que acredito e por em prática.
Agora sim,estou correndo em passos largos,ás vezes com um
leve trote,mas,com firmeza me desvencilhei dos desenganos,das decepções,dos
acordos amigáveis com meu “eu”,me propus desafios,não quero acordos,apenas trilhar
um dia de cada vez,sem amarras,sem me constranger,nem mesmo me culpar por não
chegar na hora marcada,eu já estou correndo e me sinto bem...
Quem sabe você me acompanhe,mas,não posso prometer-lhe nada,essa é a minha corrida.
domingo, 19 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Ultrapassando limites,desconhecendo razões.
A exposição nos impõe regras que nem sempre percebemos ou ao menos temos tempo de saber o que não queremos quando a usamos,apenas vamos sendo levados por ela.Afinal tudo que desejamos é ser vistos,lembrados e falados por tudo,por todos e pelo mundo,e,é como se nos resguardar fosse uma afronta ao que o futuro nos trará.
Mas e se esses resultados nos tirar o direito de nos privar,de nos proteger ou de nos guardar? Será que vale apena sair do ostracismo e ao mesmo tempo permitir que nos desrespeitem,nos julguem ou mesmo nos exijam viver o que essas tais regras nos impõe,violando assim o que há de correto,honesto e verdadeiro?
Afinal quando ultrapassamos limites não podemos mais cobrar dos outros respeito,admiração e consideração ficamos a mercê de quem fala em nós,de nós e por nós e chegamos ao ponto de nos tornar refém de nosso próprio egoísmo,orgulho e arrogância.
Se queremos ser vistos,falados ou mesmo lembrados sempre,
que não nos baste a fotografia e sim as atitudes,que não nos subam á cabeça os
elogios e sim a responsabilidade por quem conquistamos,que o verbo “ ter” seja
desmoralizado por outro o “ser” nos trazendo sempre que preciso for á nossa
verdadeira essência a do saber viver.
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