Bem tem algum tempo que queria falar sobre o sono,e,agora chegou a vez.Recebi essa reportagem do meu gerente de negócio na Nipponflex e vou repassar porque me foi muito válido.A Nipponflex tras ao mercado aparelhos de saúde desenvolvidos em laboratório com tecnologia de ponta com benefícios que trazem qualidade de vida através do sono.www.nipponflex.com.br
O DIA MUNDIAL DO SONO: DORMIR MAL FAZ MAL PARA O CORAÇÃO
Incor promove campanha de conscientização sobre a importância de uma boa noite de descanso para a
saúde do coração.
Dormir
bem é algo tão importante que a Organização Mundial de Saúde junto á equipe
do Laboratório do Sono da Disciplina de Pneumologia do Incor (Instituto
do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP)criou o
Dia Mundial do Sono. Seja por causa
do trabalho, do estudo ou da balada, ou por motivo de doenças e
distúrbios, como a apneia do sono, o fato é que milhões de pessoas não
dormem o quanto deveriam e, pior ainda, nem têm a qualidade de sono que
necessitam para recarregar as baterias da saúde. O Laboratório do Sono é
uma das referências mundiais em estudos sobre o impacto dos distúrbios
do sono sobre o sistema cardiovascular e, sim, eles concluem que a má
qualidade das horas dormidas é um fator de risco importante para doenças
do coração, cérebro e sistema vascular como um todo.
Estudo
feito pelo Laboratório do Sono em colaboração com o Grupo de
Hipertensão do Incor constatou que apenas cinco noites de privação de
sono (com uma média de 4 horas e meia por noite) já são suficientes
para, além de afetar o humor e disposição em geral, aumentar a atividade
simpática, prejudicar o funcionamento dos vasos sanguíneos e, de modo
geral, alterar a saúde cardíaca. Segundo o Dr. Geraldo Lorenzi Filho,
pneumologista e diretor do Laboratório, os jovens são as principais
vítimas da privação de sono, uma vez que a divisão entre trabalho,
estudo e lazer não deixa muito espaço para o descanso.
Atualmente,
a medicina já identificou 80 distúrbios do sono, entre os quais se
destacam aqueles relacionados à quantidade e à qualidade do repouso.
Dois desses distúrbios merecem especial atenção: a apneia obstrutiva do
sono e a privação do sono, males que acometem a sociedade moderna de
modo bastante notável.
Com
relação aos distúrbios associados à qualidade do sono, a apneia
certamente é um dos mais graves. Estima-se que 30% da população de São
Paulo tenham apneia obstrutiva do sono, que, além de causar os clássicos
roncos e paradas momentâneas da respiração, também está associada a uma
maior incidência de problemas cardiovasculares.
O
médico explica que indivíduos que sofrem de apneia têm a qualidade de
seu sono bastante comprometida, uma vez que a oxigenação do organismo é
interrompida temporariamente centenas de vezes por noite. Além da
garganta estreita e obstrução nasal, as características que levam à
apneia são bastante parecidas com os fatores de risco cardíacos:
obesidade, diabetes e hipertensão.
Estudos
do Laboratório do Sono do Incor demonstram a relação da apneia
obstrutiva com doenças graves como aterosclerose e hipertensão. Em um estudo publicado em 2011 na revista científica Chest – Official Publication of the American College of Chest Physicians e
desenvolvido com a colaboração do Prof. Lorenzi e do Dr. Luciano
Drager, membro da Unidade Clínica de Hipertensão do Incor, a relação
entre apneia e aterosclerose (inflamação crônica e fechamento das
artérias) é aprofundada.
Embora
os fatores agravantes da aterosclerose estejam principalmente
relacionados à hipertensão e diabetes, a apneia pode ser considerada um
fator secundário da doença, uma vez que agrava a pressão alta. O índice
de apneia em pacientes diabéticos, obesos e hipertensos é altíssimo,
chegando a 50%.
Outro estudo, também desenvolvido com a colaboração de especialistas do Incor e publicado no periódico Hypertension – Journal of the American Heart Association, elege a apneia obstrutiva do sono como a causa secundária mais comum de hipertensão associada à hipertensão resistente.
UMA TÉCNICA SIMPLES PARA TRATAR A APNEIA
O
Laboratório do Sono é líder brasileiro no estudo da relação entre a
apneia e problemas cardíacos. Desenvolvida pelo Incor, uma técnica de
fortalecimento dos músculos da garganta que diminui consideravelmente a
intensidade da doença em pacientes com apneia leve a moderada já se
tornou um clássico da literatura médica (sobre essa técnica, leia o release).
Os exercícios permitem que o paciente fortifique os músculos da
garganta, o que diminui a intensidade dos episódios de apneia e,
consequentemente, melhora a qualidade do sono.
Embora
os distúrbios do sono ainda recebam muito menos atenção do que
deveriam, o Dr. Lorenzi detecta um progressivo reconhecimento por parte
da comunidade médica da importância da questão. Sistematicamente
ignorados por décadas, problemas como apneia e privação do sono vêm
sendo cada vez mais levados em conta na hora de analisar a condição
geral de saúde dos pacientes. Por isso, a campanha promovida pelo Incor
serve de alerta tanto para a população quanto para os profissionais da
saúde: em se tratando do sono, estamos avançando, mas ainda temos muito a
percorrer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário